
Beijar o céu é pra poucos, talvez só Hendriz mas à custa de quanto LSD rs..., minha cevada me levita apenas alguns metros do chão então estico a mão e cato meu pedacinho de céu, olho toda aquela discussão à distância meio que aluno na última fileira, não me vejo à altura do nível da discussão e que altura!!!, nos fios de açucar rodando invisíveis eu coloco minha varinha e o algodão nela se enrola, enquanto o turbilhão de pensadores se degladia ( sadiamente claro rs...) eu dou uma mordida no tema, mordo e fecho os olhos aguardando-o derreter na boca, "Sem liturgia não há BDSM", sim, eu li toda a definição mas deixemos de lado a semântica e toda a raiz da palavra, vamos para o coloquial, no meu BDSM a Liturgia seria uma prática, digamos que uma das varetas do guarda-chuva e não o cabo propriamente dito, confesso que não vivo sem ela pelo prazer proporcionado mas dai a dizer que não existe o BDSM sem a Liturgia penso ser um excesso, pessoalmente acho que uma condição para a existência da relação 'SM' é a questão do poder, ele separa e determina os lados, sendo bem minimalista 'Ordenar e ser Obedecido', o resto serão ramificações ou práticas como as considero, minha ótica de uma relação BDSM é muito limitada e imagino que tal advém do sustentáculo; a Dominação Psico, todo o resto gira em torno de e fica de fora da minha análise outros mundos como sadismo/masoquismo puro, switchers estes um caso a parte, concordo com a proponente que há de se ter um mínimo de reverência, nomenclatura e ritual mas ela nao é
Sine qua non
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